Governador Paulo Dantas e secretária da Pessoa com Deficiência, Aline Rodrigues, anunciam início do cadastro para emissão do documento a partir de 24 de abril

Larissa Luiza foi uma das beneficiadas com a Carteira de Identificação lançada pela Secdef. Foto: Marco Antônio / Agência Alagoas


Pessoas com transtorno do espectro autista em Alagoas poderão fazer o cadastro para emissão da Carteira de Identificação (Ciptea) a partir do dia 24 deste mês. Lançado nesta segunda-feira (3), pelo governador Paulo Dantas e pela secretária da Cidadania e da Pessoa com Deficiência, Aline Rodrigues, o documento será emitido pela Secretaria de Estado da Cidadania e da Pessoa com Deficiência (Secdef) e visa garantir a atenção integral, o pronto atendimento e a prioridade no atendimento e no acesso aos serviços públicos e privados, em especial nas áreas de saúde, educação e assistência social.




“O lançamento da Carteira de Identificação significa inclusão, e o Estado está atento para dar todas as garantias aos portadores do espectro autista de acesso aos melhores serviços e às melhores condições de atendimento, tanto pelo governo estadual, como pelos 102 municípios alagoanos”, enfatizou o governador, durante solenidade no Palácio República dos Palmares.

Antes da emissão do documento, o governo vai promover uma capacitação para os servidores do Estado e dos municípios que serão responsáveis pela emissão da carteira nos Centros de Referências de Assistência Social (Cras).


“A Secretaria da Cidadania e da Pessoa com Deficiência, mesmo sendo recém-criada, está envolvendo todo o governo de maneira transversal, para que cada secretaria dê sua contribuição para as pessoas com autismo e qualquer tipo de deficiência”, salientou Paulo Dantas. “Estamos certo de que a pessoa com espectro autista é uma agenda prioritária nossa”, acrescentou.

A secretária Aline Rodrigues anunciou que ainda neste mês de abril, além do início do processo de cadastramento das Carteiras de Identificação, será iniciado o censo de pessoas com deficiência em todo o Estado. “O cadastramento vai nos servir também para balizar o número de pessoas com espectro autista no Estado. Esse documento representa visibilidade, dignidade e acesso prioritário aos serviços de assistência social, educação e saúde, inclusive na rede privada”, acrescentou.

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