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A prisão da blogueira e youtuber Maria Aparecida de Oliveira foi determinada pela Justiça alagoana após queixa-crime apresentada pela juíza Emanuela Bianca de Oliveira Porangaba, depois da veiculação de um conteúdo em vídeo, gravado por Maria Aparecida e publicado no canal de Youtube dela, no dia 5 de julho de 2023, no qual a magistrada alegou ter sido vítima de crimes contra a honra, como calúnia, injúria e difamação. Além deste processo, a blogueira também responde a aproximadamente 60 ações no Poder Judiciário, em maioria, pelo mesmo tipo de acusação.
No vídeo, publicado no Youtube, Maria Aparecida se referiu à juíza com palavras de baixo calão e fez insultos sobre a vida pessoal e profissional da magistrada. A blogueira também acusou a juíza de receber dinheiro de propina. Além disso, a dona do canal afirmou que Porangaba havia feito "maracutaia" com a Braskem, ao se referir sobre o processo de indenização aos moradores afetados pela instabilidade do solo no bairro Pinheiro.
"A Maria Aparecida é ré em outros 59 processos, e a maioria deles envolve crimes contra a honra, sob acusações de calúnia, difamação, e injúria. Ela ofende a reputação de autoridades públicas, como desembargadores, juízes, promotores, delegados e outros. A circunstância da continuidade punitiva se agrava porque ela resiste às determinações da Justiça, se recusa a retirar os vídeos ou se abster de citar o nome das pessoas. São diversas medidas cautelares descumpridas", informou o advogado Lucas Almeida, que está à frente deste processo como defesa da juíza.
Por: TNH1


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