O pronunciamento dos peritos aconteceu treze dias depois do encerramento da operação para a retirada do veículo da serra. Militares do Corpo de Bombeiros, agentes das Polícias Civil e Científica, além de funcionários de uma empresa terceirizada, participaram da ação. O ônibus ficou aproximadamente seis meses preso depois de despencar na Serra da Barriga e guinchos com cabos de aço foram utilizados no içamento do veículo. A medida visou obter uma perícia mais completa do acidente trágico.
"Haja vista que havia sido descartada morfologia da pista e causa ambiental como determinante para o acidente, e agora também descartada a hipótese de falha mecânica, sobra a questão de condução. Temos duas perguntas a responder: por que o veículo parou naquele local? Por que ele desceu?", disse o perito Marcelo Velez.
"Não foi constatada nenhuma folga, nenhum quebramento, nenhuma inadequação dos sistemas de transmissão, mais requisitados em subida. Resta apenas afirmar que aquilo aconteceu por imperícia ou motivação pessoal [suposta inexperiência] do condutor em parar naquele ponto", complementou.
A tragédia aconteceu em 24 de novembro de 2024. O ônibus, que transportava 48 pessoas para o Parque Memorial Quilombo dos Palmares, caiu em uma ribanceira de 400 metros, e o acidente causou a morte de 20 pessoas.
Por: TNH1


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