Segundo os familiares da alagoana, ela e o marido, que era policial militar aposentado, morreram em uma colisão frontal com outro carro de passeio enquanto se deslocavam da capital fluminense para o município de Paraty, que fica localizado na Costa Verde do estado.
Durante o acidente, uma terceira pessoa, identificada como Angélica de Oliveira, condutora do outro veículo que se envolveu no acidente, também morreu. O veículo dela ficou em chamas após a colisão.
A família de Andréa, que tinha 49 anos, relata que os corpos das três vítimas foram recolhidos e encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML) de Angra dos Reis, onde teria acontecido a troca.
"Um dos meus irmãos foi até o Rio de Janeiro para fazer a liberação do corpo dela. Quando ele chegou no IML, eles não permitiram ter acesso ao corpo e disseram que ele já havia sido reconhecido através do exame de necropapiloscopia, que é por meio da impressão digital. Após os trâmites, nos contratamos uma empresa para fazer o traslado e o corpo foi enviado de avião para Maceió nesse domingo, 14", disse um dos irmãos da vítima, em entrevista ao TNH1.
O familiar, que mora nos Estados Unidos e veio ao Brasil para o enterro da irmã, relata que descobriu o erro ao perceber que o corpo enviado à funerária em Maceió não era o dela.
"O caixão com o corpo dela chegou em Maceió na tarde desse domingo e foi encaminhado para uma funerária. De lá, era pra ele seguir até o cemitério, onde todos os familiares estavam esperando para velar e sepultar o corpo. Porém, um familiar foi até a funerária para ver se estava tudo certo, mas percebeu que o corpo enviado não era o da minha irmã".
O homem contou que, ao ver o corpo, suspeitou imediatamente de que se tratava de Angélica, a outra vítima do acidente. Ele buscou o nome dela em uma rede social, encontrou uma foto e constatou que houve uma troca de corpos no Instituto Médico Legal (IML).
Por TNH1


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