Segundo o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), a vítima, identificada como Júnio Pereira Barbosa, também foi asfixiada. Isso porque o veneno teria demorado para fazer efeito e, impaciente, Bianca teria tomado a decisão de matá-lo de outra forma.
Após o crime, ela teria ocultado o corpo em uma construção próxima à residência onde o crime ocorreu. Na tentativa de não ser descoberta, ela ainda ateou fogo no próprio carro.
O júri
Durante a sessão do Tribunal do Júri, o conselho de sentença concluiu que Bianca cometeu o crime por razão fútil, empregou método cruel e adotou estratégia que reduziu as chances de defesa da vítima. Por outro lado, os jurados rejeitaram a acusação de fraude processual, o que levou à absolvição da ré em relação a esse delito específico.
O juiz ressaltou, na sentença, que a mulher planejou o crime, uma vez que comprou o veneno com antecedência, além de organizar materiais que seriam usados na ocultação do cadáver.
Bianca foi condenada a 17 anos pelo homicídio qualificado e a um ano pela ocultação de cadáver, totalizando 18 anos de reclusão, além de pagar multa por dez dias.
Ela não tem o direito de recorrer da sentença em liberdade, sendo o regime inicial fechado.
Por: G1


.png)
0 Comentários