Segundo o especialista, o paciente relatou que o incidente ocorreu durante uma "brincadeira" sexual. A embalagem acabou subindo para o reto e, após tentativas frustradas de retirá-la em casa, o jovem buscou ajuda médica.
O médico explicou que o intestino possui movimentos peristálticos (contrações involuntárias) que, somados ao vácuo criado na região, podem "sugar" o objeto, dificultando sua remoção manual.
"A fantasia não é um problema. O problema é não usar objetos específicos para isso. Imagina se o conteúdo da embalagem vaza ou se o objeto sobe de uma forma que exige cirurgia para retirar?", questionou o médico.
O profissional revelou que os casos têm se tornado comuns. Nos últimos meses, ele atendeu pacientes que precisaram retirar objetos inusitados, como batatas, garrafas de vidro e até partes de uma cadeira.
É fundamental escolher modelos que possuam uma base de segurança (alargada) ou cordão, que impedem que o objeto suba completamente e facilitam a retirada. O médico também alerta contra o uso de laxantes em casos de acidentes, pois a contração provocada pelo medicamento pode agravar a situação.
Sobre a higiene íntima prévia, conhecida como "chuca", o alerta é para não utilizar objetos pontiagudos ou a ducha do chuveiro diretamente no canal. A lavagem deve ser feita com pouca água e sem pressão, para não desequilibrar a flora intestinal.


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