Segundo o boletim de ocorrência, uma banhista que frequentava o centro esportivo no momento do ocorrido contou à polícia que encontrou Bryan boiando de bruços dentro da piscina. Inicialmente, a testemunha pensou que o menino estivesse testando quanto tempo conseguiria ficar submerso, mas estranhou a demora. Ela foi até a criança, quando percebeu que Bryan estava desacordado e começou a gritar por socorro.
Manobras de ressuscitação
O menino foi levado aos salva-vidas presentes no local. Imediatamente, os socorristas realizaram manobras de ressuscitação e acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Durante as manobras, a criança vomitou. Bryan morreu no local.
Os orientadores responsáveis pelas crianças contaram às autoridades que, no momento em que o afogamento do menino foi percebido, eles haviam se distanciado momentaneamente para atender outras crianças. Eles notaram o ocorrido apenas quando os salva-vidas já estavam realizando o socorro.
No momento do afogamento, estavam no local uma monitora aquática e pelo menos quatro salva-vidas. Em nota, a Prefeitura de São Paulo afirmou que o centro esportivo tinha uma equipe de salva-vidas de plantão, que realizou os procedimentos de salvamento até a chegada do Samu e do Corpo de Bombeiros.
Orientadores afastados
Sobre os funcionários do abrigo, a administração municipal alegou que, como medida cautelar, afastou os profissionais envolvidos.
A Polícia Civil afirmou que investiga o caso por meio de um inquérito policial instaurado pelo 91° Distrito Policial (Ceasa). Exames foram solicitados ao Instituto de Criminalística e ao Instituto Médico Legal (IML) para auxiliar no esclarecimento das causas da morte e dos fatos.
O caso foi registrado como homicídio. Uma das salva-vidas do clube consta no boletim de ocorrência como investigada.
Por: Metrópoles


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