O caso ganhou grande repercussão no Agreste de Alagoas após a família denunciar episódios de violência contra o menino, que estava sob os cuidados da babá desde junho de 2025. Um boletim de ocorrência foi registrado e uma investigação foi aberta para apurar as denúncias.
Com a divulgação do caso, populares se reuniram em frente à residência da suspeita, inconformados com as acusações. A mulher permaneceu dentro do imóvel, relatando medo diante das ameaças. O clima de revolta levou à retirada dela do local para evitar agressões, enquanto o tumulto também foi registrado oficialmente.
Segundo a mãe da criança, a babá buscava o menino na escola e o levava para a própria casa, onde ele ficava por cerca de quatro horas todos os dias. O comportamento da criança começou a mudar, o que chamou a atenção da escola e levou a família a desconfiar da situação.
No dia 30 de dezembro, um vizinho apresentou à mãe um vídeo gravado por cima do muro da residência. Nas imagens, é possível ouvir a cuidadora gritando e ameaçando a criança com frases ofensivas. Além disso, a mãe afirmou suspeitar de outras agressões, inclusive após encontrar o filho com forte odor em uma das ocasiões.
Diante da gravidade dos relatos, o Ministério Público de Alagoas abriu procedimento para investigar o caso e acionou o Conselho Tutelar de Arapiraca. As apurações seguem em andamento.


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